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		<title>Escritório Contrata Recepcionista/Atendente.</title>
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		<pubDate>Tue, 17 May 2011 15:04:23 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Interassados poderão obter maiores informações entrando em contato pelo telefone: (34)3238-8800.&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Interassados poderão obter maiores informações entrando em contato pelo telefone: (34)3238-8800.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Revisão de cláusula contratual é admitida em ação consignatória</title>
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		<pubDate>Wed, 16 Mar 2011 18:22:20 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[O STJ afirma que a ação consignatória pode comportar também a revisão de cláusulas contratuais. Com base nesse entendimento, a Quarta Turma rejeitou parcialmente o recurso especial de uma construtora imobiliária que alegava a inviabilidade da ação consignatória para a revisão de cláusulas contratuais. A construtora se opunha ao acórdão do TJRJ que reconheceu a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O STJ afirma que a ação consignatória pode comportar também a revisão de cláusulas<br />
contratuais. Com base nesse entendimento, a Quarta Turma rejeitou parcialmente o recurso<br />
especial de uma construtora imobiliária que alegava a inviabilidade da ação consignatória<br />
para a revisão de cláusulas contratuais. A construtora se opunha ao acórdão do TJRJ que<br />
reconheceu a viabilidade da cumulação e deu ganho de causa aos autores da ação. Na ação<br />
consignatória, dois consumidores pediam a revisão das cláusulas contratuais referentes ao<br />
reajuste das parcelas do financiamento imobiliário. Quando a sentença verificar que o depósito<br />
foi insuficiente, deve determinar, sempre que possível, o valor do montante devido que terá<br />
validade de título executivo. “Se na espécie dos autos o valor depositado foi insuficiente, porém<br />
próximo daquele reconhecido como devido, a diferença não acarreta a improcedência, mas a<br />
procedência parcial e a transformação do saldo sentenciado em título executivo”, diz o voto.</p>
<p>Fonte: <a href="http://www.iobstore.com.br/ch/prod/vit/217690/216565/0/0/revista-de-direito-civil-e-processual-civil.aspx?utm_source=news_juridica&#038;utm_medium=newsletter&#038;utm_content=rdc&#038;utm_campaign=newsjur2010">Revista SÍNTESE Direito Civil e Processual Civil.</a></p>
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		<title>Penhora</title>
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		<pubDate>Wed, 16 Mar 2011 18:21:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Últimos Artigos]]></category>

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		<description><![CDATA[A 14ª Turma do TRT da 2ª Região rejeitou a pretensão da agravante (União Federal) que impugnou a decisão de 1º grau que havia acolhido embargos de terceiro e desconstituído a penhora que recaía sobre imóvel registrado em nome do sócio da executada, reconhecendo o terceiro embargante – que teve a posse do imóvel 15 [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A 14ª Turma do TRT da 2ª Região rejeitou a pretensão da agravante (União Federal)<br />
que impugnou a decisão de 1º grau que havia acolhido embargos de terceiro e<br />
desconstituído a penhora que recaía sobre imóvel registrado em nome do sócio da<br />
executada, reconhecendo o terceiro embargante – que teve a posse do imóvel 15<br />
anos antes do ajuizamento da reclamatória – como seu legítimo proprietário.</p>
<p>A agravante impugnou tal decisão, argumentando que o legítimo proprietário do<br />
imóvel ainda seria o sócio da executada, na medida em que o contrato de compra<br />
e venda firmado entre esse e o terceiro não havia sido transcrito no Registro de<br />
Imóveis, pelo que não seria oponível erga omnes (contra todos).</p>
<p>Concluiu assim que, mesmo não havendo a formalização de sua transferência<br />
junto ao Registro de Imóveis, a posse e a propriedade do imóvel são do terceiro<br />
interessado. O acórdão 20101175811 foi publicado no dia 17 de janeiro de 2011.</p>
<p>( Processo. 00471004020105020447 ).</p>
<p>Fonte: Tribunal Regional do Trabalho 2ª Região São Paulo, 04.03.2011</p>
<p>Em seu voto, o desembargador relator Sidnei Alves Teixeira fundamentou que, no<br />
caso, restou comprovada a posse mansa e pacífica do imóvel pelo terceiro desde<br />
1992 (citando comprovantes de pagamentos de condomínio em nome dele), não<br />
havendo qualquer indício de má-fé do agravado na venda do bem.</p>
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		<title>Ação de Indenização &#8211; Seguradoras</title>
		<link>http://marcelofelice.adv.br/2011/03/16/acao-de-indenizacao-seguradoras/</link>
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		<pubDate>Wed, 16 Mar 2011 18:20:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Determina à seguradora o pagamento da indenização, diretamente ao terceiro prejudicado, ou seja, a seguradora atua como devedora principal e não mais garantidora de direito de regresso. Esta conclusão se acentua ainda mais quando o parágrafo único do art. 788 do Código Civil proíbe a seguradora, quando demandada diretamente pela vítima do dano, opor exceção [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Determina à seguradora o pagamento da indenização, diretamente ao terceiro prejudicado, ou<br />
seja, a seguradora atua como devedora principal e não mais garantidora de direito de regresso.<br />
Esta conclusão se acentua ainda mais quando o parágrafo único do art. 788 do Código Civil proíbe<br />
a seguradora, quando demandada diretamente pela vítima do dano, opor exceção de contrato não<br />
cumprido pelo segurado, sem promover a citação deste para integrar a lide. Destarte, não há mais<br />
razão para que as ações de ressarcimento sejam dirigidas contra o segurado – quando sabemos<br />
da existência do seguro –, como ainda vem acontecendo, causando, com esta prática, o aumento<br />
na lentidão da entrega da prestação jurisdicional, quando o legislador já autorizou acionar,<br />
diretamente, a seguradora que passou a ser devedora principal – garantidora do pagamento –, e<br />
não mais na cômoda posição de resguardar o direito de regresso.</p>
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		<title>Justiça Gratuita</title>
		<link>http://marcelofelice.adv.br/2011/03/16/justica-gratuita/</link>
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		<pubDate>Wed, 16 Mar 2011 18:17:59 +0000</pubDate>
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		<guid isPermaLink="false">http://marcelofelice.adv.br/?p=265</guid>
		<description><![CDATA[- Contra decisão proferida pelo TRT da 2ª região, o TST entende que pessoa que auferia salário de R$ 25 mil pode ter acesso à Justiça gratuita. Para a ministra relatora, Maria Calsing, a lei 1.060/50 admite a concessão da assistência judiciária gratuita &#8220;mediante a simples afirmação, na própria petição inicial, de que não está [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>- Contra decisão proferida pelo TRT da 2ª região, o TST entende que pessoa que<br />
auferia salário de R$ 25 mil pode ter acesso à Justiça gratuita. Para a ministra<br />
relatora, Maria Calsing, a lei 1.060/50 admite a concessão da assistência judiciária<br />
gratuita &#8220;mediante a simples afirmação, na própria petição inicial, de que não está em<br />
condições de pagar as custas do processo e os honorários de advogado, sem prejuízo<br />
próprio ou de sua família&#8221;.</p>
<p>- Câmara analisa PL 118/11 que modifica requisitos para a assistência jurídica<br />
gratuita, passando a exigir a comprovação de renda mensal inferior a dois salários<br />
mínimos para que o usuário goze do benefício.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Desconsiderar atendimento a atestado médico confirma assédio.</title>
		<link>http://marcelofelice.adv.br/2011/01/19/desconsiderar-atendimento-a-atestado-medico-confirma-assedio/</link>
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		<pubDate>Wed, 19 Jan 2011 16:44:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Últimos Artigos]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://marcelofelice.adv.br/?p=256</guid>
		<description><![CDATA[A 1ª Turma do Tribunal Regional do Trabalho da 2ª Região julgou o recurso de uma reclamante que, embora vencedora em seu pedido de reparação decorrente de assédio moral, recorreu ao tribunal, insurgindo-se contra o valor de R$ 10 mil, arbitrado pela primeira instância. A autora sofreu aborto após o quarto mês de gestação. No [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A 1ª Turma do Tribunal Regional do Trabalho da 2ª Região julgou o<br />
recurso de uma reclamante que, embora vencedora em seu pedido de<br />
reparação decorrente de assédio moral, recorreu ao tribunal, insurgindo-se<br />
contra o valor de R$ 10 mil, arbitrado pela primeira instância.</p>
<p>A autora sofreu aborto após o quarto mês de gestação. No entanto, apesar<br />
da notória condição de suspensão do contrato, para gozo da licença em<br />
razão da cirurgia de aborto, a trabalhadora foi demitida por justa causa. E,<br />
durante o período de licença-maternidade, o sócio da empresa selecionava<br />
funcionários para substituí-la, o que acabou acontecendo.</p>
<p>O juiz convocado Marcos Neves Fava, relator do acórdão, observou em<br />
seu voto que o empregador, por meio do sócio, de fato havia imposto à<br />
reclamante situações de desrespeito pessoal. Por exemplo: a assistente da<br />
autora foi colocada para transmitir ordens a ela, ao invés de recebê-las, o<br />
que demonstra uma “inversão na hierarquia, que se presta a vilipendiar a<br />
imagem da trabalhadora.”</p>
<p>Além disso, quando chegava ao serviço, o sócio citado nos autos deixava,<br />
nitidamente, de cumprimentar apenas a reclamante, que também foi<br />
transferida de sala, para uma menos confortável.</p>
<p>Na análise do relator, “O vilipêndio à honra e à intimidade da autora foram<br />
patentes”, e a adequação do valor indenizatório tem sua importância traçada<br />
por sua função repressora e por sua finalidade de incentivo à não reiteração<br />
do padrão comportamental.</p>
<p>“Para isto, o valor há de ser expressivo (a indenização fixada não tinha<br />
atingido sequer dez salários da reclamante), sob pena de, ao inverso,<br />
funcionar como abono, festejo e incentivo à repetição dos atos reprimidos”,<br />
concluiu o magistrado.</p>
<p>Dessa forma, foi dado provimento ao recurso da reclamante, sendo que a<br />
condenação por danos morais foi aumentada para R$ 24 mil (em valores<br />
de agosto de 2010). O acórdão 20101045047 foi publicado no dia 17 de<br />
novembro de 2010,</p>
<p>( Processo 00657200843202009 )</p>
<p>Fonte: Tribunal Regional do Trabalho 2ª Região São Paulo, 17.01.2011</p>
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		</item>
		<item>
		<title>JURISPRUDÊNCIA:</title>
		<link>http://marcelofelice.adv.br/2011/01/19/jurisprudencia/</link>
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		<pubDate>Wed, 19 Jan 2011 16:44:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Últimos Artigos]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://marcelofelice.adv.br/?p=254</guid>
		<description><![CDATA[Empresa pode filmar empregado trabalhando, desde que ele saiba. Desde que haja conhecimento dos empregados, é regular o uso, pelo empregador, de sistema de monitoramento que exclua banheiros e refeitórios, vigiando somente o local efetivo de trabalho. O Ministério Público do Trabalho da 17ª Região (ES) não conseguiu provar, na Justiça do Trabalho, a existência [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Empresa pode filmar empregado trabalhando, desde que ele<br />
saiba.</p>
<p>Desde que haja conhecimento dos empregados, é regular o uso, pelo<br />
empregador, de sistema de monitoramento que exclua banheiros e refeitórios,<br />
vigiando somente o local efetivo de trabalho.</p>
<p>O Ministério Público do Trabalho da 17ª Região (ES) não conseguiu provar, na<br />
Justiça do Trabalho, a existência de dano moral coletivo pela filmagem dos<br />
funcionários da Brasilcenter &#8211; Comunicações Ltda. nos locais de trabalho. O<br />
caso chegou até o Tribunal Superior do Trabalho e, ao ser examinado pela Sexta<br />
Turma, o agravo de instrumento do MPT foi rejeitado.</p>
<p>Os empregados da Brasilcenter trabalham com telemarketing e não há<br />
ilegalidade ou abusividade da empresa em filmá-los trabalhando, pois, segundo<br />
o Tribunal Regional do Trabalho da 17ª Região (ES), a vigilância com câmera<br />
apenas no local efetivo de trabalho, terminais bancários e portas principais não<br />
representa violação à intimidade do empregado. O Tribunal Regional chegou<br />
a questionar “o que de tão íntimo se faz durante seis horas, trabalhando na<br />
atividade de telemarketing, que não possa ser filmado”.</p>
<p>Antes do recorrer ao TRT/ES, o MPT já tinha visto seu pedido de danos<br />
morais coletivos ser indeferido na primeira instância. Ao examinar o caso, o<br />
Regional considerou razoável a justificativa da empresa para a realização do<br />
procedimento, com o argumento da necessidade de proteger o patrimônio dela,<br />
por haver peças de computador de grande valor e que podem facilmente ser<br />
furtadas.</p>
<p>O Tribunal do Espírito Santo destacou, ainda, que a empresa não realiza<br />
gravação, mas simplesmente filmagem, e que não se pode falar em<br />
comportamento clandestino da Brasilcenter, pois documentos demonstram a<br />
ciência, pelos empregados, a respeito da existência das filmagens, antes mesmo<br />
do ajuizamento da ação.</p>
<p>O TRT, então, rejeitou o recurso ordinário do MPT, que interpôs recurso de<br />
revista, cujo seguimento foi negado pela presidência do Tribunal Regional. Em<br />
seguida, o Ministério Público interpôs agravo de instrumento, tentando liberar o<br />
recurso de revista.</p>
<p>No TST, o relator da Sexta Turma, ministro Mauricio Godinho Delgado, ao<br />
analisar o agravo de instrumento, confirmou, como concluíra a presidência<br />
do TRT, a impossibilidade de verificar, no acórdão do Regional, a divergência<br />
jurisprudencial e a afronta literal a preceitos constitucionais alegados pelo MPT.<br />
O ministro ressaltou a necessidade da especificidade na transcrição de julgados<br />
com entendimentos contrários para a verificação da divergência jurisprudencial.</p>
<p>Nesse sentido, o relator frisou que a matéria é “de cunho essencialmente<br />
interpretativo, de forma que o recurso, para lograr êxito, não prescindiria da<br />
transcrição de arestos com teses contrárias” e que, sem essa providência, “não<br />
há como veicular o recurso de revista por qualquer das hipóteses do artigo 896<br />
da CLT”.</p>
<p>O relator destacou, ainda, citando a Súmula 221, II, do Tribunal, já estar<br />
pacificado no TST que “interpretação razoável de preceito de lei &#8211; no caso, o<br />
artigo 5º, V e X, da Constituição -, ainda que não seja a melhor, não dá ensejo<br />
à admissibilidade ou conhecimento de recurso de revista, havendo necessidade<br />
de que a violação esteja ligada à literalidade do preceito”. Seguindo o voto do<br />
relator, a Sexta Turma negou provimento ao agravo de instrumento.</p>
<p>( AIRR 69640-74.2003.5.17.0006 )</p>
<p>Fonte: Tribunal Superior do Trabalho, por Lourdes Tavares, 18.01.2011</p>
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		<title>Notas Breves</title>
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		<pubDate>Wed, 19 Jan 2011 16:43:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[1) Salário Mínimo 2011 Dilma decidiu formalizar em MP e estender para todo o seu mandato a regra informal de reajuste do salário fixada no segundo mandato de Lula. Assim sendo, após reunião da presidente com todo o ministério, Guido Mantega confirmou o aumento de mais R$ 5 no valor do salário mínimo para este [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>1) Salário Mínimo 2011</p>
<p>Dilma decidiu formalizar em MP e estender para todo o seu mandato a<br />
regra informal de reajuste do salário fixada no segundo mandato de<br />
Lula. Assim sendo, após reunião da presidente com todo o ministério,<br />
Guido Mantega confirmou o aumento de mais R$ 5 no valor do salário<br />
mínimo para este ano. Em vez dos R$ 540 fixados em MP no último dia de<br />
2010, o governo pagará R$ 545, a partir de 1º de fevereiro.</p>
<p>2) Quebra de Patente</p>
<p>O STJ indeferiu pedido do laboratório Sanofi-Synthelabo para estender<br />
o prazo de proteção à patente do medicamento Plavix, indicado, entre<br />
outros, para os casos de infarto, acidente vascular e doença arterial.</p>
<p>3) União Civil Homossexual</p>
<p>A 2ª vara da Família do TJ/SP reconheceu a constituição de união<br />
estável entre duas mulheres. Com isso, uma delas, estrangeira,<br />
conseguirá a renovação de visto de permanência no país.</p>
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		<title>APRESENTAÇÃO</title>
		<link>http://marcelofelice.adv.br/2010/09/29/dr-marcelo-vasconcelos-felice/</link>
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		<pubDate>Wed, 29 Sep 2010 20:45:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<category><![CDATA[principal]]></category>

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		<description><![CDATA[Certas atividades, como é o caso da advocacia, demandam mais estudo, aplicação e experiência do que outras. Às vezes, um currículo brilhante nada representa, se o profissional não for ético e consciencioso em sua atuação; paciente e atencioso com seus clientes &#8211; especialmente pelo fato da atividade jurídica, na esfera da advocacia, ser uma atividade [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Certas atividades, como é o caso da advocacia, demandam mais estudo, aplicação e experiência do que outras.</p>
<p style="text-align: justify;">Às vezes, um currículo brilhante nada representa, se o profissional não for ético e consciencioso em sua atuação; paciente e atencioso com seus clientes &#8211; especialmente pelo fato da atividade jurídica, na esfera da advocacia, ser uma atividade que tem, como pilar básico de sustentação, a forte confiança do cliente no profissional contratado.</p>
<p style="text-align: justify;">Assim, imperioso constatar que a conduta do profissional, na condução da defesa dos interesses de seus clientes, é elemento chave para seu sucesso, posto que confiança se conquista e somente a firmeza de propósitos e a constância de bons princípios implicará no alcance de tal objetivo.</p>
<p style="text-align: justify;">Seja Bem Vindo ao nosso Website.</p>
<p style="text-align: justify;"><a rel="attachment wp-att-215" href="http://marcelofelice.adv.br/2010/09/29/dr-marcelo-vasconcelos-felice/assinatura/"><img class="alignnone size-medium wp-image-215" title="assinatura" src="http://marcelofelice.adv.br/wp-content/uploads/2010/09/assinatura-300x31.png" alt="" width="300" height="31" /></a></p>
]]></content:encoded>
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		<title>54645645</title>
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		<pubDate>Fri, 24 Sep 2010 17:36:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>paulo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Perguntas]]></category>

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		<description><![CDATA[Testando Update de Pergunta!]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Testando Update de Pergunta!</p>
]]></content:encoded>
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